Adormeço assim numa carta de amor
entre a caneta e um pensamento,
meus dedos são gastos fosforos de dor,
se ainda teu rosto não queimo de cor,
nas letras acesas do meu alimento
Pesadelos há, na escuridão do meu traço
mais acordares no terno papel
e no arranhado senil do aparo em aço
que já flui na Ode que eu te faço
que selou no açucar, caligrafia do fel!!!
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